Dilma aprova Vital na Integração mas nomeação só na reforma ministerial

A presidente Dilma aprovou o nome do senador Vital do Rego Filho para o Ministério da Integração Nacional, mas sua nomeação só deverá ocorrer na virada do ano, quando pretende promover uma reforma em sua equipe de primeiro escalão. Foi o que noticiou o jornalista Gerson Camarotti, comentarista do Globo News e blogueiro do G1.
Enquanto não nomeia o titular, a presidente Dilma preferiu nomear como interino Francisco Teixeira, secretário de Recursos Hídricos do Ministério da Integração. Teixeira tem sido o responsável pelas obras da Transposição do São Francisco. O PMDB, porém, ainda tentará uma nova abordagem à presidente para efetivar Vital no cargo, antes do final do ano.
Ameaça de morte: secretário ameaça processar Couto e Governo contesta denúncia

Não foi a primeira vez que o deputado Luiz Couto afirmou estar recebendo ameaças de morte, por ter pautado seu mandato denunciando a existência de grupos de extermínio na Paraíba. Mas, foi a primeira vez que terminou contestado pelo Governo Ricardo Coutinho, de quem é aliado de primeira hora. Talvez Couto não esperasse essa reação do Palácio da Redenção.
Como se sabe, o petista usou a tribuna da Câmara Federal para proferir um bombástico pronunciamento, na tarde dessa segunda (dia 30), denunciando uma operação para tirar sua vida e da ouvidora da Polícia, Valdênia Paulino Lanfranchi. Não ficou apenas na denúncia. Afirmou que a contratação das mortes foi orçada em R$ 500 mil, e parte dessa quantia (R$ 300 mil) já teria sido paga.
Fica a dúvida: houve ou não houve a ameaça de morte a Couto?
Cássio fará como Campos e entregará os cargos ou irá esperar RC demitir aliados?

Sete cargos de primeiro escalão, afora um número não definido de cargos menores e, pelo que diz na praça, alguns interesses em comum. Esse o tamanho do senador Cássio Cunha Lima dentro do Governo Ricardo Coutinho. E, segundo se murmura dentro do PSB, Cássio teria de abdicar desse latifúndio dentro do Governo RC “se quiser ser candidato”.
A lógica seria a mesma adotada pelo governador Eduardo Campos (PE) em relação ao Governo Dilma Rousseff. Ante seus evidentes planos de disputar o Governo do Estado, em 2014, Cássio teria de seguir o exemplo de Campos. “A menos que, obviamente, o senador não queira ser candidato, como o senador Cícero Lucena e o deputado Ruy Carneiro vêm insistindo tanto”, diz o girassol.
Veja os cargos…