Procurador critica privataria de RC e denuncia: “PB vive crise sem precedentes”

O procurador Eduardo Varandas (Trabalho) tem produzido excelentes textos sobre a realidade paraibana. Além, é claro, do incansável trabalho na fiscalização das ações de certos gestores, com o governador Ricardo Coutinho, que terceirizou a saúde do Estado, a partir do Hospital de Trauma, com resultados decepcionantes. Além de toda a ilegalidade.
Varandas acaba de postar um comentário em seu Blog, em que traça um paralelo entre uma produção de Hollywood e a situação atual do EStado: “Paraíba hoje vive uma crise, sem precedentes, nas áreas fundamentais: saúde, educação e segurança… O hospital de trauma foi privatizado, através do contrato de gestão pactuada, e o câncer da “privataria governamental.”
Confira o artigo na íntegra…
Insatisfação na Lei Seca: Estado paga três menos do que Prefeitura a agentes

Quem pensa que corre tudo às mil maravilhas no âmbito da Operação Lei Seca engana-se. A insatisfação é generalizada entre os agentes de trânsito do Detran. Dentre as queixas, consta que, enquanto um agente do Detran ganha R$ 898, um agente da Semob (da Prefeitura), que também participa da operação, ganha R$ 2.541, ou seja, três vezes mais.
Pelo visto, a Lei Seca se voltou, na verdade, contra os salários dos agentes do Detran. No bafômetro das finanças do Detran, salário decente de agente de trânsito é proibido. “Além do salário bem abaixo da categoria, não recebemos vale alimentação, gratificação de risco de vida, adicional noturno nem insalubridade”, confessa um agente de trânsito do Detran.
Paraíba inova e cria rodízio de água, violência, lagosta, avião…

A Paraíba sempre inovando. Pois não é que o Governo do Estado está instituindo a administração do rodízio? Sim. O mais evidente, claro, é o rodízio da Cagepa. E já vem de algum tempo. Falta água num dia, no outro não tem água nas torneiras. Ainda bem que o presidente da empresa admitiu publicamente e, com isto, oficializou o rodízio…
Mas não apenas da água. Na Granja Santana, por exemplo, há o rodízio de quitutes finos. Num dia, come-se lagosta. No outro, camarão. Um rodízio nos acepipes, que é para os comensais não enjoarem, que tudo de mais é veneno. Num dia, usa-se papel higiênico de R$ 59,90. No outro, também. Nesse caso, o rodízio é apenas do usuário.
Tem até rodízio de avião oficial…