O dia em que Ricardo Marcelo comparou RC a um coronel

Segue rendendo a ameaça que o governador Ricardo Coutinho fez de dar uma surra de varas na oposição, durante festa de aniversário num haras. E as principais reações saíram da Assembleia. O deputado Anísio Maia chegou a afirmar “que a bravata não passa de desespero ante a ameaça de derrota nas urnas”. Frei Anastácio condenou a “instigação à violência”.
Caio Roberto foi outro que reagiu, pontuando que o governador teria comportamento animal todas as vezes que se olha no espelho. Porém, a declaração mais emblemática foi dada pelo presidente Ricardo Marcelo, durante solenidade na Casa. Ao ser indagado sobre as declarações do governador, Marcelo reagiu com ironia: “Quem foi o coronel que disse isso?”
Sob pressão (mas sem uso de varas) Governo abre UPA de madrugada

O que aconteceu em Cajazeiras é um exemplo do quanto uma parcela da população começa a cansar de um modelo administrativo pautado mais na propaganda, do que nos resultados palpáveis para a sociedade. Foi emblemático o caso dessa UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que foi inaugurada (em 22 de agosto) com toda pirotecnia eleitoreira e logo fechada, por inoperância gerencial.
O Governo usou a mídia para divulgar sua inauguração, mas não apresentou a correspondência em benefícios para a população. É o que tem ocorrido, por exemplo, com um festival de anúncio de ordens de serviço, em meio a intenso foguetório, e o que se percebe depois é que as obras não saem do papel. O caso do Viaduto do Geisel é um exemplo. O Trevo de Mangabeira, outro. O antigo Dede…
Em Cajazeiras, a população nem precisou usar vara para ameaçar o governador, bastou ir às ruas….