Quando ingressei no jornalismo, em Campina Grande, na Gazeta dos Sertão, Assis Costa já era um consagrado repórter policial no Diário da Borborema.

Com o tempo, nos tornamos amigos. Quando fui eleito presidente da Associação Campinense de Imprensa, tive a honra de ter Assis como vice.
Depois, ele passou a se dedicar mais ao trabalho de Auditor Fiscal, mas ao longo desse tempo, mantivemos uma relação respeitosa e próxima.
Assis, mesmo fora do jornalismo, nunca deixou de ter uma militância crítica.
Eu perco um amigo e a Paraíba perde um grande cidadão.