Em seu comentário, o professor Emir Candeia afirma como “a verdadeira soberania nasce do fortalecimento interno, da ciência, da tecnologia, da educação, da industrialização moderna e da estabilidade jurídica”. E faz uma crítica aos que considera como “verdadeiros traidores” da Pátria que, segundo Emir, manipulam “a opinião pública com promessas irreais de “bonança”, comprando consciências com programas populistas insustentáveis, enquanto a inflação, o desemprego e o atraso tecnológico avançam”. Confira íntegra…
Em momentos cruciais da história de uma nação, surgem aqueles que, mesmo ocupando os mais altos postos da República, agem não como defensores do povo, mas como verdadeiros traidores da pátria. Eles não vestem farda, não empunham armas — seu arsenal é mais sutil e mais perigoso: ideologias ultrapassadas, manipulação da consciência coletiva e a destruição silenciosa das bases que sustentam o país.
Esses indivíduos, muitas vezes travestidos de salvadores sociais, usam a máquina pública como instrumento de permanência no poder, manipulando leis, minando a confiança internacional e corroendo a economia nacional.
O Brasil, outrora visto com respeito como uma potência emergente, hoje sofre com a pecha de pária internacional, fruto de alianças políticas temerárias, de um discurso rancoroso contra democracias consolidadas e da busca por alinhamento com regimes autoritários como os da China, Rússia, Irã ou Venezuela.
Soberania? Só no discurso. Falam em soberania nacional com a boca cheia, mas entregam o país de bandeja a potências estrangeiras. A verdadeira soberania nasce do fortalecimento interno, da ciência, da tecnologia, da educação, da industrialização moderna e da estabilidade jurídica. Mas esses traidores não se interessam por isso. Seu foco está na chantagem populista: distribuem migalhas ao povo com uma mão, enquanto com a outra saqueiam a estrutura econômica nacional, afugentam investidores e desmontam a credibilidade internacional do Brasil.
A tática é simples, e velha: criar o caos econômico por meio de políticas fiscais irresponsáveis, mudando regras tributárias conforme o apetite de arrecadação do governante da vez. Acusar as democracias ocidentais (EUA, Israel, Europa) de opressoras, para justificar o abraço ideológico com ditaduras decadentes. Manipular a opinião pública com promessas irreais de “bonança”, comprando consciências com programas populistas insustentáveis, enquanto a inflação, o desemprego e o atraso tecnológico avançam.
O projeto é claro: o socialismo do fracasso. Não buscam prosperidade para o povo, mas submissão da sociedade ao Estado. Estimulam ressentimentos, dividem o país entre “nós” e “eles”, criminalizam o mérito, o empreendedorismo, a liberdade de expressão — e, como se não bastasse, humilham o Brasil diante das potências que nos enxergam apenas como fornecedores de matéria-prima barata.
O verdadeiro patriotismo não teme o progresso. Amar a pátria é desejar que ela cresça. Que ela seja forte, respeitada e independente. Que seja aliada das democracias, protagonista na economia global, e referência em inovação.
Os traidores, por outro lado, odeiam o sucesso alheio e temem uma nação educada, livre e autônoma, pois isso ameaça seu projeto de poder eterno.
Conclusão: é hora de abrir os olhos. O Brasil precisa de lideranças que pensem no longo prazo, que apostem na liberdade com responsabilidade, que respeitem as instituições democráticas e que entendam que a soberania nacional se conquista com trabalho sério — não com alianças obscuras e discursos vazios. Traidores da pátria podem se esconder atrás de discursos bonitos, mas seus atos os denunciam. E é dever dos que amam este país denunciar, resistir e construir um Brasil verdadeiramente soberano, moderno e livre.
Os textos publicados nesta seção “Pensamento Plural” são de responsabilidade de seus autores e não refletem, necessariamente, a opinião do Blog.