
O senador Efraim Filho (UP) aposta que, até março, haverá uma definição sobre quem assumirá o comando da Federação União Progressista na Paraíba. E, dependendo de quem assumir, o lado perdedor terá que deixar o agrupamento.
Claramente: “Até março, ou eu ou Lucas (Ribeiro) terá de tomar um destino. Os dois são candidatos ao Governo. A federação só pode ter uma chapa. Então, tanto ele quanto eu vamos querer segurança partidária para poder levar adiante o nosso projeto.”
O clima, aparentemente, é de incerteza sobre como irá decidir o comando nacional da federação: “Que rumo o partido vai tomar e se vai tomar algum rumo. Se tomar o rumo da oposição, me favorece. Se ficar nesse ‘um pé em cada canoa’, talvez favoreça o outro lado.”
De qualquer modo, entende que, seja qual for a decisão, a federação sofrerá um abalo com a saída de um dos lados: ” Eles não querem perder quadros importantes. Aguinaldo (Ribeiro) tem sua importância dentro do Progressistas. Eu sou o líder do União Brasil no Senado. Então, para eles, é uma perda, seja quem for.”
Para o senador, a cúpula nacional está buscando uma unidade improvável no Estado, mas vai chegar um momento em que vai ter que tomar uma decisão. “Neste momento, um dos lados terá que deixar a federação.”