ED MOTTA De como um cantor medíocre e arrogante atinge todos os paraibanos agredindo um garçom

O Brasil é pródigo em criar falsos ídolos, meu caro Paiakan. Veja o caso desse tal de Ed Motta. Surgiu como um sucessor de seu tio, Tim Maia, e jamais conseguiu sequer consolidar uma carreira musical de respeito. Mesmo assim, encontrou espaços na mídia como se fosse.

Conhecido pelo temperamento biliático, reconhecidamente mal educado, arrogante, cantor medíocre e, agora se vê, também xenófobo, como ficou patente no recente episódio que protagonizou no Rio de Janeiro, há poucos dias, contra um garçom. Mostrou todo o seu desrespeito para com o próximo.

Segundo depoimento colhidos pela Polícia, o tal Ed teria dito ao garçom: “Vou embora antes que eu faça alguma coisa com um desses paraíbas. Cambada de paraíba”. E ainda: “Vai tomar no c* seu filho da put* paraíba”. Tudo porque o garçom cobrou pela taxa de rolha de uma garrafa de vinho.

E ainda há o registro de que, furibundo, ele teria jogado uma cadeira contra os funcionários e um seu parceiro de mesa atirado uma garrafa nas paredes do restaurante. Em tudo, sinais de uma violência de quem se acha, de quem vive na ilusão de ser uma celebridade, e não passa de um reles coadjuvante presunçoso.

Ao atacar a Paraíba, esse sujeito atingiu a todos os paraibanos. Merece uma representação judicial, para que pague por seu destempero, próprio dos que se sentem maiores do que realmente são, meu caro Paiakan, que, a propósito, está de volta à mídia, não por seu valor pessoal, mas pelo comportamento que só merece figurar em páginas políciais.

De resto, apenas desprezo.