
A mais recente pesquisa BTG/Nexus, aparentemente, revela reação do presidente Lula (PT) na disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). A três semanas da eleição, o petista tem 47% (na pesquisa anterior eram 45%) das intenções de voto, contra 46% do senador, que manteve indice anterior, em disputa de 2º turno.
As demais simulações mostram dianteira de Lula: contra Ronaldo Caiado (PSD) deu 47% a 41%, Lula x Romeu Zema (Novo), 49% a 39%. Lula x Renan Santos (Missão), vem com 48% x 37%. Lula x Augusto Cury (Avante) por 45% x 42%. Dentre os entrevistados que já optaram por uma candidatura, 83% dizem que não vão mais mudar. Outros 17% admitem trocar de voto. Na rodada anterior, os percentuais eram 81% e 17%, respectivamente.
1º turno – No cenário de 1º turno, o presidente passou de 39% para 42%, e o senador também cresceu de 35% para 37%. Augusto Cury que havia chegado a 11% duas semanas antes e marcado 9% na rodada passada, recuou agora para 6%. Ronaldo Caiado aparece com 5%, Renan Santos tem 2%, e Romeu Zema e Samara registram 1% cada. Os demais não pontuaram.
Espontânea – O Instituto Nexus também realizou entrevista quanto ao voto espontâneo. Nesse cenário, Lula passou de 39% para 40%, enquanto Flávio cresceu de 31% para 34%. Cury registra 5%, Caiado e Renan têm 2% cada, e Zema aparece com 1%. Os indecisos somam 10%.
Rejeição – Os dados mostram que a avaliação negativa do Governo Lula oscilou de 46% para 44%, enquanto a positiva passou de 36% para 37%. As variações, contudo, estão dentro da margem de erro. Os que consideram a gestão regular somam 18%, mesmo porcentual da rodada anterior, em 8 de setembro.
A pesquisa também mediu o potencial de voto e a rejeição dos presidenciáveis. O índice dos que afirmam que não votariam de jeito nenhum em Flávio Bolsonaro é o maior, marcando 50%. O atual presidente vem logo atrás, rejeitado por 48% dos entrevistados.
Metodologia – A pesquisa BTG/Nexus ouviu, por telefone, 2.003 eleitores com 16 anos ou mais em todo o território nacional. O intervalo de confiança é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento, registrado no TSE sob o protocolo BR-04076/2026, foi realizado entre os dias 11 e 13 de setembro.