
No pós-operatório do anúncio da prefeita Léa Toscano (UP) à pré-candidatura do prefeito Cícero Lucena (MDB) ao Governo, houve revide de uma recente crítica do senador Efraim Filho (UP) à decisão da prefeita. Efraim cobrou lealdade ao partido, do qual ele e Léa fazem parte.
Foi a deputada Léa Toscano (PSDB)? “Não existe aliança eterna de eleição, pelo menos no meu pensamento não existe. Então, tanto que eu tenho, graças a Deus, muita gente que tá comigo desde 90, desde o meu pai, tem gente na região que me apoia desde o meu pai, né? Tem gente que entrou em 14, tem gente que entrou em 18 na nas minhas eleições, mas hora nenhuma eu trato uma pessoa como, ó, “você votou em mim agora, tem que ser eterna”.
E ainda: “As coisas, infelizmente, ou felizmente, mudam, né, para isso. Então, acho que o senador, ele foi infeliz nesse sentido, né? Talvez no calor da emoção, mas digo a você, se fosse para fazer isso, nós teríamos o crédito. Então, ele foi infeliz em suas declarações.”
Efraim – O senador revelou mágoa, quando soube da decisão de Léa, desde a semana passada e reagiu, sugerindo ingratidão: “Tudo que podia ser feito em termos de lealdade e parceria foi feito. Na campanha dela, foi a mim que ela veio pedir apoio. Partido, fundo partidário, fui às ruas, subindo ladeira e fazendo comício, além de recursos para o primeiro ano de gestão.”
E arrematou: “Se dependesse de Cícero, o prefeito de Guarabira teria sido o candidato do governo e não Léa. Mas, a decisão política é dela, vamos pra frente.”