
A verdade, meu caro Paiakan, que, apesar de parecer mais matéria para o anedotário, não engrandeceu nem o governador João Azevedo (PSB), nem o deputado Felipe Leitão (Republicanos), pela recente troca de farpas.
Durante entrevista à Imprensa, o governador se referiu ao deputado como “Felipe Leilão”, ao ser indagado da decisão do parlamentar apoiar o prefeito Cícero Lucena: “Eu não sei qual é o caminho que Felipe Leilão. Leitão, vai tomar.”
Mas, o governador, segundo o deputado, ligou e pediu desculpas. Disse Felipe: “Quem mais sabe que não houve leilão foi ele. Inclusive, o próprio governador me enviou mensagem pedindo desculpas, dizendo que foi um ato falho da parte dele. Se eu tivesse participado de algum tipo de leilão, com certeza eu teria ficado do lado deles.”
E arrematou, considerando as declarações de João Azevedo como mero ato falho, que, em tese, meu caro Paiakan, pode acontecer com qualquer um: “Como, por exemplo, eu já vi várias pessoas chamando ele de João Azedo. Por engano, é claro. Eu, particularmente, não acho que ele seja azedo, mas acontece.”
E olha que a campanha nem começou pra valer. O receio é que este tipo de escaramuças possa se intensificar, durante a parte mais renhida da campanha, e resvale para ofensas pessoais. E não é exatamente isso que deseja o paraibano médio, que quer ir às urnas eleger a melhor proposta para o Estado.