
Em sua crônica, o cineasta Durval Leal ironiza como o “dandy Master fraudador, esse Harry Potter do calote, conquistou os Capilotons, perdão, Capitães do STF, com um habeas corpus de X palavras que nem Bukowski em dia ruim escreveria”. E ainda: “Absurdo correlacionado: superpoderes paranormais viraram escudo anticorrupção.” Confira íntegra...
Em um mundo onde a mente move montanhas invisíveis, o protótipo telecinético do STF flutua documentos incriminadores para o limbo jurídico, enquanto o Zugzwang do contribuinte o obriga a pagar a conta.
Telepatia? Ah, isso é o que os Capilotons da Corte leem nas entrelinhas das palavras mágicas do dandy Master fraudador.
Imagine o superpoder “triuno”: telecinese para arremessar provas ao ralo sem sujar as mãos, telepatia para sintonizar as sinapses dos ministros com o mantra do banqueiro (“sou inocente, só vendi balas doces!”), e Zugzwang para forçar a defesa a mover peões podres sem escapatória.
Correlação absurda? É a receita perfeita para blindar um pilantra que trocou ações por pirulitos envenenados.
O dandy Master fraudador, esse Harry Potter do calote, conquistou os Capilotons, perdão, Capitães do STF, com um habeas corpus de X palavras que nem Bukowski em dia ruim escreveria.
O dandy Master fraudador, esse Harry Potter do calote, conquistou os Capilotons, perdão, Capitães do STF, com um habeas corpus de X palavras que nem Bukowski em dia ruim escreveria.
Telecinético, ele levita a pirâmide financeira para o espaço sideral; telepaticamente, sussurra “liberdade” nos ouvidos togados; e no Zugzwang final, os juízes piscam: qualquer decisão contra ele piora o placar eleitoral deles.
PENSE NO STF COMO UM TABULEIRO DE XADREZ ONDE O REI É UM PIRULITO DERRETIDO.
O fraudador entra em telepatia coletiva: “Sinta minha vibe de vítima, Eminências!”. Os ministros, em Zugzwang mental, não podem mexer, mexer é perder popularidade, passar é contra as regras da Constituição.
Resultado? Ele dança a valsa da impunidade. Absurdo?
É galhofa pura: enquanto o povo “zugzanga” entre IPTU e IPVA, o banqueiro telecineticamente empurra seus bilhões para offshores e resorts, telepaticamente convencendo os doutores de que fraude é “mal-entendido contábil”.
Capilotons aplaudem: “X palavras bem dadas, X anos de blindagem!”.
Telecinese prática: objetos voam, mas no STF voam sentenças de absolutórias.
Telepatia atual: não precisa de EEG, basta um PowerPoint com gráficos fofos de balinhas.
E Zugzwang do fraudador?
Zero, ele força os promotores a moverem queixas que evaporam. Correlação?
Eis o herói dandy Master: com telepatia, lê o humor dos ministros antes do café; telecineticamente, derruba escutas no chão; impõe Zugzwang nos adversários, que mordem a isca e perdem o rei.
STF, em delírio: “Mais X palavras, por favor!” Não nos cancele Ministério Público”.
Na dança dos poderes, o fraudador é o DJ: telepatia dropa batidas de empatia, telecinesia gira o público, Zugzwang trava os haters. Capilotons do STF, hipnotizados, votam “não culpado” em uníssono.
ABSURDO? É O BRASIL: ONDE PIRULITO VALE MAIS QUE PROVA.
Galhofa máxima: se telecinese fosse real, o dandy Master moveria o PIB pro bolso dele; telepatia faria o povo aplaudir; Zugzwang obrigaria o Fisco a restituir impostos.
STF aprova por 11 a 0: “Genial, doutor Fraudy!”.
Correlação perfeita pro circo dos togados.
O zugzwang final é nosso: pagamos a farra enquanto eles telepatizam impunidade. Telecinético, o banqueiro levita fortunas; os Capilotons sentem o cheiro doce da vitória.
Em tom de sarau sarcástico, eis a tríade: mente que move (telecinese), mente que lê (telepatia), mente que prende (Zugzwang).
O dandy Master fraudador, mestre zen do crime, conquistou o STF não por mérito, mas por mágica parapsicológica.
Ria, Brasil, ria, ou chore em Zugzwang eterno.
Absurdo correlacionado: superpoderes paranormais viraram escudo anticorrupção. Telecinesia apaga dossiês, telepatia amansa feras togadas, Zugzwang mata processos no berço.
Capilotons professam: “Vitória da democracia, salvamos a República!”.
O dandy Master ri por último, com X palavras na manga, para a delação.
FIM DA ÓPERA BUFA.
AO MEU AMIGO LUCIANO PORTO
(*ZUGZWANG é uma situação no jogo de Xadrez, em que o jogador é obrigado a fazer um lance que piora sua posição).
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