
Duas pesquisas realizadas no pós vazamento dos diálogos entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) revelam números contraditórios. Uma delas, do Instituto Gerp, traz Flávio à frente do presidente Lula (PT). Outra, do Futura, mostra outra realidade, com o petista à frente do senador.
Futura – Segundo pesquisa Futura/Apex divulgada nesta sexta-feira (22/05), o presidente Lula tem 47,7% das intenções de voto em um eventual cenário de primeiro turno. Já o senador Flávio aparece com 42,2%, com uma margem de erro de 2,2%.
Na disputacontra Ronaldo Caiado (PSD), o petista ganha de 47,6% a 36,5%. O petista aparece com 48,3% e Romeu Zema (Novo), com 35,9%. Numa disputa contra Michelle Bolsonaro, Lula registra 47,9%, e a ex-primeira-dama tem 41,6%. No quesito rejeição, 44,7% não votam no senador, contra 44,3% que rejeitam o atual presidente.
Metodologia – A Futura/Apex entrevistou 2.000 eleitores de 878 cidades brasileiras entre os dias 15 e 20 de maio, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Foi realizada com recursos próprios e está registrada no (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06529/2026.
Gerp – O levantamento do Gerp, também divulgado na última sexta-feira (22/05), traz o senador Flávio com 47% das intenções de voto, contra 44% atribuídos ao presidente Lula, numa eventual disputa de em eventual disputa de 2º turno. Com a margem de erro de 2,24%, os pré-candidatos estão tecnicamente empatados.
Contra Romeu Zema (Novo), Lula vence 45% a 34%. Contra Ciro Gomes (PSDB), o petista vence de 41% a 31%. Num embate com Ronaldo Caiado (PSD), o placar vai a 44% contra 32%, em favor de Lula. O petista tem uma rejeição de 48%, contra 41% de Flávio.
Metodologia – O Instituto Gerp entrevistou 2.000 eleitores do Brasil de 18 a 21 de maio. A margem de erro é de 2,24 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95,5%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-07971-2026. Segundo a empresa, o estudo custou R$ 20.000 e foi pago com recursos próprios.