
O fato vem sendo tratado com alguma desconfiança, e, segundo os protagonistas, tudo não terá passado de mera coincidência. O fato é que deputado-presidente Hugo Motta e o ministro Alexandre de Moraes (STF), viajaram juntos em um voo oficial da FAB no dia 11 de maio, entre São Paulo e Brasília.
Dez dias depois (21 de maio), segundo o Metropoles, o minstro determinou o arquivamento de inquérito que investigava Motta, o senador Ciro Nogueira (Progressistas-PI), e outros dois parlamentares em um caso envolvendo a entrada de bagagens no Brasil sem fiscalização, durante retorno a ilhas do Caribe.
Em seu despacho, Moraes apontou ausência de “indícios mínimos” de crime praticado pelos parlamentares.
Pra entender – A investigação foi aberta após suspeita de que um auditor fiscal permitiu a entrada de bagagens sem fiscalização por um tripulante do avião que trouxe os parlamentares da ilha caribenha de Saint Martin.
O voo havia sido feito em uma aeronave particular do empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como “Fernandin OIG”.